Social Icons

domingo, 24 de janeiro de 2016

Dirty Glory - Discografia Comentada

Geralmente, o ouvinte de Metal concentra seu gosto musical quase que integralmente nas diversas vertentes desse gênero, mas isso nem sempre significa gostar apenas disso. Claro, existem os que, como eu, também ouvem bandas e artistas de fora do mundo da música pesada, porém, mesmo os menos abertos também costumam reter grande empatia por algumas vertentes do Rock. Entre elas, certamente a mais constante e cultuada é o imortal Hard Rock!
Sempre surgirá alguma banda do gênero em algum lugar, em algum momento. Sempre. E algo que provavelmente contribui para que isso ocorra é a inegável influência que os grandes pilares do estilo exerceram sobre o próprio Metal, gerando atualmente um "intercâmbio de públicos", ajudando o Hard a sempre ter público e se perpetuar. Contudo, em vista da abundância, nem todas as bandas enlaçam de verdade o ouvinte, que começa a desenvolver o costume de não dar tanto valor ao saber que uma banda foca em tal proposta. Está saturado.
Só que nem tudo está perdido - é o que prova uma galera lá de São Paulo! A ideia do Dirty Glory é simples: fazer do Hard Rock a verdadeira festa de Rock 'n' Roll que ele merece ser. Por meio de músicas intensas e festivas, o quinteto inicialmente composto por Jimmi DG (vocal), Dee Machado (guitarra), André Reichhardt (guitarra), Vinni Novack (baixo) e Sas (bateria) vem propiciando isso com muita qualidade desde 2011, quando foi fundado.
A primeira amostra de potencial saiu ainda no mesmo ano na forma do EP-demo de três faixas "It's On!". Por ser demonstrativo, realmente soa como uma demo, já que a produção é modesta. Contudo, o resultado é bom e é possível sentir a energia ao longo de seus rápidos 12 minutos, principalmente na marcante faixa "Mr. Jack", que se tornou um verdadeiro cartão de visitas da banda, recebendo até videoclipe em maio do ano seguinte. A repercussão foi tão positiva que, como extensão, a canção foi convertida em uma excelente versão acústica também em vídeo pouco depois, no mês de outubro.
Prosseguindo com as composições e investindo na atratividade de conteúdos videográficos, mais um clipe foi lançado em 2013, agora da bem produzida single "Every Time I Think About You", uma belíssima passional de tocar o coração!
É a partir daí que as coisas ficam mais interessantes, uma vez que músicas suficientes para preencher o álbum de estreia foram se materializando. Quando tudo ficou bem encaminhado, partiram para o Studio Flapc4, em São Paulo mesmo, para começar a registrá-las. Durante o processo, após o fim da gravação das linhas de baixo, aconteceu uma troca de músicos na função com a saída de Vinni Novack e chegada de Vikki Sparkz, que rapidamente se entrosou com os novos parceiros.
Ainda um pouco antes do tão aguardado debut sair, mais um videoclipe foi liberado, dessa vez exibindo a forte faixa "Sticks and Stones", tema de abertura do vindouro trabalho. A canção alimentava expectativas de um grande disco, o que fatalmente aconteceria em novembro de 2015 com a chegada oficial do fantástico "Mind The Gap".
Esteja certo que o adjetivo foi empregado cuidadosamente. De produção assinada por Luis Lopes e o vocalista Jimmi DG, agora é possível uma leitura mais completa sobre o que o Dirty Glory é. Com autoridade, o conjunto foi capaz de fazer o velho e o novo darem liga, tornando o simples rótulo "Hard Rock" insuficiente diante da performance e da atmosfera. O peso e vivacidade do Glam oitentista são trazidos à atualidade por meio de uma coerente destilação com a melodia do moderno Sleaze Rock, potencializando o clássico gênero. Como resultado, tem-se 50 minutos de um verdadeiro show de uma banda entrosada, criativa, com evidente vontade de celebrar o Rock 'n' Roll. Músicas animadas, de alto astral e de forte clima festivo foram edificadas, tornando difícil não se envolver.
Tal festividade, por outro lado, deu origem a canções um tanto difíceis de assimilar plenamente na primeira audição. São turbulentas, espessas, corridas. Jimmi DG canta em tons mais elevados enquanto aplica drives, mas também canta rápido, geralmente. Combinando a característica com os frequentes acionamentos dos empolgados vocais de apoio, a coisa fica ainda mais intensa. Outro ponto é a positividade da excelente produção, que estrategicamente aplica os oportunos reverbs que dão o desejado efeito vocal em determinadas passagens (como se Jimmi cantasse com um megafone, por exemplo), mostrando que a banda tem recursos tanto musicais quanto produtivos.
Das 12 faixas, duas foram reaproveitadas de lançamentos anteriores: a single balada "Every Time I Think About You" e "Mr. Jack", do primeiro EP. As demais provaram manter o alto nível, sempre com energia, alegria e experientes solos de guitarra para fechar o ciclo das fórmulas empregadas, que são manjadas, mas muito convenientes. Vide excelentes faixas como "Failing The Test", "Fire", "20 Years of Moving On" e "Sticks and Stones", que são algumas das melhores de um disco cativante em sua totalidade. O set ainda é encerrado com mais uma balada, "The Sentence", que dá o tom da despedida.
"Mind The Gap" foi um grandioso pontapé inicial para o Dirty Glory. Ainda por cima, é barato: a cópia física custa apenas R$ 20,00 através do site oficial. Vale a pena ouvi-lo com carinho e atenção, especialmente os bons fãs de Hard Rock, que certamente gostarão muito! Quando os refrões não saírem da cabeça, você já estará num caminho sem volta.
Aliás, a banda chegou a se apresentar em Altinópolis/SP no evento Metal Land Festival, que aconteceu entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro e inclusive contou com bandas como Andre Matos, Sepultura e Krisiun. Agora eles se preparam para mais shows de divulgação desse sensacional disco de estreia! Que tal ajudá-los a cair na estrada e levar diversão para você?

|    Official Website    |    Facebook Page    |
|    Instagram    |    YouTube Channel    |

SHOWS, IMPRENSA & MERCHANDISING:
E-mail: contato@dirtyglory.com

Assessoria de Imprensa: ASE Music
E-mail: music@asepress.com.br


 It's On! (EP) (2011)

01 - Mr. Jack
02 - The Energy
03 - Sweetie

Ouvir (YouTube)

 Mind The Gap (2015)

02 - Failing The Test
03 - 20 Years of Moving On
04 - Beyond Time
05 - Black Lightning
06 - Fire
07 - Damn The Human Race
09 - What's Her Name Again?
10 - Mr. Jack
11 - Modern Gods
12 - The Sentence

Ouvir (Spotify)
Ouvir (YouTube)

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Mike LePond's Silent Assassins - Discografia Comentada

É muito comum chegar um momento em que o músico, cedo ou tarde, decide trabalhar em algo próprio paralelamente à banda principal (mesmo que ela seja dele). Algumas vezes surge a ambição de compôr algo um tanto diferente, muitas vezes incompatível com propostas já estabelecidas e consolidadas na primeira banda. Essa é uma das formas de novos projetos surgirem, e com o baixista estadunidense Mike LePond, conhecido por ser integrante do Symphony X desde 1999, não aconteceu algo tão diferente.
Percebendo que o atual cenário de status pessoal era favorável, Mike tratou de fomentar e, por consequência, concretizar antigos sonhos de trabalhar em um projeto a seu gosto, que soasse Heavy Metal clássico. Foi assim que surgiu em 2014 na cidade de Newark, em Nova Jersey, o excelente projeto Mike LePond's Silent Assassins!
Montar a formação não foi difícil, já que contou com amigos próximos - e muito talentosos. Ao comentar sobre a ideia com Michael Romeo, seu companheiro de Symphony X, o guitarrista se prontificou a auxiliá-lo no que fosse preciso. Escolher um vocalista também não foi problema, pois há anos nutria uma grande amizade com o experiente Alan Tecchio (Hades), que morava perto dele. Michael Pinnella, tecladista do Symphony X, e o polonês "Metal" Mike Chlasciak (Halford, ex-Testament e Sebastian Bach) completaram a formação nos vocais de apoio e guitarra, respectivamente.
Foi um pulo para que setembro daquele ano chegasse e trouxesse consigo o homônimo álbum de estreia do baixista, lançado através do selo Moonlight Records.
E como as primeiras impressões podem nos trair em sua ignorância, eu devo dizer...! A capa de autoria de Jonathan Stenger retratando o mítico Cavalo de Troia é, de fato, linda, mas ainda assim, pareceu um tanto genérica. Para piorar, ao ouvir a primeira música, "Apocalypse Rider", mesmo que tenha achado de fato excelente, nutri uma impressão de que ao longo da próxima hora eu degustaria um álbum bom, mas apenas mais um entre tantos similares. Ironicamente, o início de expectativa levemente negativada fez com que eu só gostasse ainda mais de estar enganado ao fim dos 57 minutos de duração do disco. Ele começa tradicional, pesado, acelerado, mas vai se revelando e inflando à medida que o setlist prossegue... e se engrandece em todos os aspectos.
O antigo e o novo coexistem em harmonia no Silent Assassins e esbanjam vivacidade com a bela produção do próprio Mike LePond. São mais claramente percebidas as referências ao Judas Priest, principalmente. Mas a secura acaba adornada por jogadas mais típicas do Progressive Metal em determinados arranjos, apurando as técnicas. Há momentos de sensação mais Hard Rock, enquanto em outros o Power Metal exala e, mais interessantemente para a proposta, o diferenciado Folk. Isso culmina em um instrumental bem arquitetado e diversificado ao longo das músicas, tornando tudo mais envolvente. Vide a introdução bem mediterrânea/oriental de "Red Death", ou o forte Folk de "The Quest", que chega a lembrar jogos de RPG e danças medievais com o bater de palmas, ou mesmo a beleza acústica de "Masada", situada em um estratégico momento de descanso no centro do set. E vale reparar como o Mike LePond's faz uma média consigo mesmo através das linhas de contrabaixo, que frequentemente ganham destaque... claro, o projeto é dele. O instrumento é lindamente tocado, mas não chega ao exagero e nem aparece em passagens inconvenientes. Toda a experiência do músico também recai na coerência musical. Incríveis e velozes solos de guitarra por parte de Michael Romeo (que também dá uma mão nos teclados) e Mike Chlasciak completam a lista de pré-requisitos para instrumentais de qualidade. A bateria, por sua vez, é programada, mas muito é bem feita e a grande maioria sequer notaria.
O trabalho tem beleza extensiva ao poder das músicas pesadas e mais cruas, com requintes de epicismo pelo acionamento de backing vocals guerreiros e principalmente pela perícia vocal de Alan Tecchio. O que ele canta não é brincadeira: seu vocal é gritado e alto, levado na base da raça de drives e ocasionais agudos empregados quando a passagem pede. Sua postura termina de complementar a tradicionalidade do instrumental e aguça definitivamente a atmosfera "priesteana".
"Silent Assassins" se mostra um disco energético e capaz de convencer com louvor à medida que avança. É uma boa pedida para quem gosta de tradicionalidade com roupagem moderna, mas não restrita ao modelo, já que a musicalidade recebe elementos extras que distanciam o registro da linearidade.
Atualmente Mike LePond está trabalhando no segundo álbum de estúdio do projeto, que receberá o nome "Pawn and Prophecy". Ainda não há data de lançamento divulgada e nem line-up, mas é certo que o vocalista Alan Tecchio contribuirá novamente.

|    Facebook Page    |


 Mike LePond's Silent Assassins (2014)

01 - Apocalypse Rider
02 - Red Death
03 - The Quest
04 - The Outsider
05 - Masada
06 - Silent Assassins
07 - Ragnarok
08 - The Progeny
09 - Oath of Honor

Ouvir (Spotify)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Mike LePond (Silent Assassins, Symphony X) - Entrevista

Se tem (mais) uma coisa interessante em relação a entrevistas, é que elas humanizam os membros de uma banda e nos aproximam deles. Claro, a música é uma criação humana e transmite qualquer tipo de sentimento, frequentemente tocando nossas emoções. Ainda assim, a mágica faz parecer algo auto-concebido.
As bandas, principalmente do exterior, parecem distantes demais de nós, ainda mais quando são grandes. Contudo, tive a chance de conversar com o estadunidense Mike LePond, baixista de uma das maiores bandas Progressive Metal da atualidade - o Symphony X -, e trazer tanto ele quanto a banda e seu novo projeto, Silent Assassins, um pouco mais próximos de nós.
Nesse breve bate-papo, falamos dos primeiros contatos de Mike com a música, sobre seus gostos e interesses, mas principalmente demos ênfase ao Mike LePond's Silent Assassins, seu projeto paralelo que lançou um álbum homônimo em 2014 e também conta com Alan Tecchio (Hades) no vocal e Michael Romeo (Symphony X) e o polonês Michael Chlasciak (Halford, Metal Mike) nas guitarras.
Confira abaixo na íntegra! Agradecimentos à Headbanger Press!

WOTM: Primeiramente, Mike, muito obrigado pelo seu tempo!
Diga-me, como começou o seu interesse pela música? Você tem músicos na família?
MIKE: Agradeço pela entrevista! Sempre havia música tocando em minha casa quando eu era criança. Meu pai era guitarrista e minha mãe colocava álbuns de artistas como Little Richard, Chuck Berry, Elvis e Beach Boys para tocar o dia inteiro.

WOTM: Qual foi seu primeiro instrumento e que dificuldades enfrentou para dominá-lo?
MIKE: Meu primeiro instrumento foi uma flauta doce. Eu aprendi a tocar ainda na escola, quando tinha 12 anos de idade. Apesar de não ter muitas notas para aprender, ainda assim eu a odiava (risos), mas foi assim que aprendi a ler música pela primeira vez.

WOTM: Você sabe, geralmente as pessoas – incluindo críticos – prestam menos atenção nos baixistas, o que, de certa forma, leva futuros músicos a se interessarem menos pelo instrumento. Por que o contrabaixo, Mike? O que te encanta nele?
MIKE: Concordo com você, a propósito. Quando eu tinha 13 anos, meu pai me levou para ver o Kiss em Nova Iorque. Aquele show me fascinou! Quando vi Gene Simmons voando e também cuspindo sangue e fogo, eu quis ser um baixista como ele.

WOTM: Paralelamente ao Symphony X, você está atualmente trabalhando num projeto próprio, o Silent Assassins - que lançou o álbum de estreia homônimo em setembro de 2014 -, e sabemos que você está acostumado a trabalhar dessa forma extra, em outros projetos. O que te motivou a criá-lo agora e não anteriormente, já que sua carreira é longa e só de Symphony X você já tem quase 17 anos?
MIKE: Meu primeiro amor sempre foi o Heavy Metal clássico. Antes do Symphony X, toquei em outras bandas locais, mas as gravadoras não ficaram interessadas. Depois do Symphony X, as coisas mudaram e agora posso gravar minhas próprias músicas e contratar os melhores músicos para alcançar meu sonho.


WOTM: É notável a ampla experiência dos músicos que estão ao seu lado no Silent Assassins. Para quem acompanha o Symphony X, certamente o nome mais familiar é o do guitarrista Michael Romeo, que notavelmente contribuiu com arranjos progressivos que só ele faz. É claro que existe uma grande amizade entre ambos, mas por que contar com ele também nesse projeto?
MIKE: Romeo é um amigo querido. Quando contei que queria gravar um álbum solo, ele se ofereceu para ajudar de todas as maneiras possíveis. Suas orquestrações juntas do som cru do meu Metal fizeram o disco soar clássico e novo ao mesmo tempo. Obrigado, Michael!

WOTM: Devo dizer que o nome do vocalista Alan Tecchio é uma agradável surpresa, já que tanto ele quanto as bandas nas quais faz parte não têm muita repercussão aqui no Brasil. Como você o conheceu e como é a relação entre vocês?
MIKE: Quando conheci o Alan em 2010, imediatamente soube que ele seria perfeito para meu projeto solo. Seu vocal tem tanto poder e melodia! Além disso, ele mora a 30 minutos da minha casa, então podemos estar no estúdio juntos. Somos e sempre seremos melhores amigos.

WOTM: É muito interessante reparar o quanto o disco do Silent Assassins é plural. Em um momento tem ritmo acelerado, em outro, cadenciado. Por momentos soa Heavy Metal, por vezes Progressive Metal, outras Hard Rock, Power Metal, às vezes Folk, épico, medieval... não é um trabalho simples. Quais foram suas referências musicais, literárias ou filmográficas na composição do álbum?
MIKE: As influências nesse álbum alcançam mais de 40 anos. Ele começa com as primeiras bandas de Metal como Judas Priest e Black Sabbath, então entra nas bandas sinfônicas dos anos 90 como Blind Guardian e Rhapsody, daí finalmente vem o estilo medieval como Blackmore’s Night.

WOTM: A capa retratando o mítico Cavalo de Troia é, sem dúvidas, bela e sugere com precisão a temática da faixa-título e até a inspiração para o nome do projeto. Você estaria atualmente trabalhando em um novo álbum do Silent Assassins? Se sim, abordaria ele as mesmas temáticas do primeiro?
MIKE: Fico feliz em anunciar que estou gravando um novo álbum para o Silent Assassins, chamado “Pawn and Prophecy”, com Alan Tecchio novamente nos vocais! O disco cobrirá os mesmos contos épicos da História, Mitologia e Literatura juntamente com riffs batedores de cabeça na orelha do ouvinte.

WOTM: Quais as suas expectativas sobre o futuro do projeto? Vocês se apresentam ao vivo?
MIKE: Sempre que o Symphony X não estiver em turnê, eu gostaria de gravar e excursionar com o Silent Assassins. Quero que seja como uma segunda banda. Dessa forma, posso continuar trabalhando e criando músicas. Seria um sonho realizado estar sobre os palcos com o projeto!

WOTM: Mike, aqui no Brasil há, atualmente, muita movimentação na cena headbanger e muitas bandas de qualidade surgem o tempo inteiro em todas as partes do país. Angra e Sepultura são clássicos intocáveis, mas hoje não são nossos únicos representantes. Como a cena brasileira é vista nos Estados Unidos e que bandas brasileiras você pelo menos ouve falar sobre?
MIKE: Quando nós da América do Norte pensamos na cena metálica brasileira, vemos incríveis músicos e os fãs mais apaixonados do mundo. Algumas das minhas bandas preferidas pessoais incluem Age of Artemis, Mr. Ego e muitas, muitas outras.

WOTM: Conte-nos uma história interessante ou engraçada que tenha acontecido em algum lugar enquanto excursionava com o Symphony X!
MIKE: Eu sou claustrofóbico, então na primeira vez que viajei com o Symphony X, tive problemas com as apertadas beliches onde dormimos no ônibus. Era assustador para mim mas muito engraçado para os outros rapazes que me ouviam tentando escapar da minha beliche enquanto dormia.

WOTM: Quais são suas bandas preferidas, Mike? Você ouve bandas e artistas fora do Rock ou Metal?
MIKE: É claro, eu amo e prefiro as bandas de Metal oitentistas, mas gosto das mais novas também. Atualmente estou realmente curtindo as bandas de Folk/Viking Metal da Europa. Algo fora do Rock/Metal que eu gosto é música celta. É simplesmente mágico!

WOTM: Muito bem! Novamente, Mike, muito obrigado pelo seu tempo e (mais) sucesso na sua carreira e em seus projetos pessoais e profissionais! Deixo o espaço aberto para você mandar um recado para seus fãs e os que estão acompanhando essa entrevista e seu trabalho:
MIKE: Em nome do Symphony X e do Mike Lepond’s Silent Assassins, eu gostaria de dizer obrigado a todos vocês por todos os anos de lealdade e apoio. Nós amamos vocês e os verei quando estivermos em turnê, pessoas lindas! OBRIGADO!


Entrevista por:
Walker Marques,
Warriors Of The Metal.

==================================================================

- Você pode acompanhar o trabalho de Mike através de sua página no Facebook, onde são compartilhados vídeos das canções e novidades! Além disso, as canções podem ser ouvidas através do Spotify!