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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Havok - Discografia

No ano de 2004 surgiu em Denver, no Colorado (Estados Unidos), uma monstruosa banda de Thrash Metal que merecidamente captou bastante atenção dos ouvidos apreciadores do estilo. Uma banda que toma gigantes da vertente como referência, como Megadeth, Metallica, e principalmente Slayer, desenvolvendo um som de muita potência e qualidade técnica em todos os âmbitos, refinados por uma produção limpa e pesada. Conhecido por grande parte dos thrashers e também um dos maiores representantes do que é chamado de "New Wave of Thrash Metal", tal excelência se refere ao Havok.
A iniciativa de dar início a tudo partiu do vocalista/guitarrista David Sanchez ao chamar seu colega de classe e baterista Haakon Sjoegren para formar uma banda. Para completar a formação, espalharam panfletos pela região, levando ao contato com o guitarrista solo Shawn Chavez, que prontamente ingressou. A formação então fechou com a entrada do baixista Marcus Corich, possibilitando que o foco sobre as composições musicais fossem intensificados. Ainda no ano de formação, o quarteto gravou de forma independente a sua primeira demo, intitulada "Thrash Can".
Três anos mais tarde a banda sofre a primeira alteração no line-up após as saídas do baixista Marcus Corich e do baterista Haakon Sjoegren, substituídos por Tyler Cantrell e Rich Tice, respectivamente. Naquele ano saiu mais um trabalho independente, só que dessa vez se tratava de um EP: "Pwn 'Em All". O compacto consiste na regravação das faixas da primeira demo, mas com uma faixa bônus.
No fim daquele ano de 2007, após a chegada do novo baterista Ryan Bloom, o conjunto enviou uma cópia do EP para uma gravadora desconhecida, mas essa cópia acabou chegando no conhecimento do poderoso selo Candlelight Records, que ofereceu um contrato.
O passo seguinte foi, como é de se esperar, o lançamento do álbum de estreia. Já com o baixista Jesse de Los Santos, que havia entrado no ano anterior, chegou ao público o caralhoso debut "Burn". Esse álbum demonstra com perfeição o perfil do Havok: um Thrash Metal pesado, pegado, tocado de forma energética, composto por riffs que o levam a sacudir a cabeça e solos velozes. Também apresentam uma bateria muito bem trabalhada, que empolga, e vocal técnico de drive bastante rasgado. Para não perder a essência, claro, os estadunidenses introduzem também os frequentes backing vocals gritados em coro, acompanhando fins de frase do vocal. Não foi à toa que colheram positivas críticas, porém, ainda não teria sido o suficiente para despontar a banda no cenário mundial.
Pouco antes do lançamento de "Burn", o baterista Ryan Bloom havia se desligado do conjunto, levando-os a contar com Scott Fuller para cumprir a turnê. Mais tarde, Pete Webber seria contratado como baterista integral.
Em 2010, mais shows foram realizados, inclusive um abrindo para o Primal Fear em Nova Iorque, mas no mesmo dia, o guitarrista Shawn Chavez saiu do Havok. De imediato, nenhum guitarrista substituto foi contratado. Pelo contrário: David Sanchez aprendeu os solos e a banda saiu em turnê como um power trio. Mais tarde, ainda no mesmo ano, Reece Scruggs chegaria ao posto vago, retomando a normalidade da formação.
Março de 2011 foi o mês de lançamento do segundo álbum de estúdio, intitulado "Time Is Up", um disco superior ao primeiro, e ainda mais agressivo. Esse foi o responsável pelo amplo conhecimento do Havok na cena Thrash, acumulando fartos elogios da mídia especializada. As datas de shows aumentaram em quantidade, assim como a qualidade das bandas com as quais dividiam palco, como por exemplo Possessed, Anthrax, Forbidden, Testament, 3 Inches of Blood, Exodus, Exhumer, Death Angel, Mayhem, At The Gates, Behemoth, entre outras.
Em 2012, um segundo EP, chamado "Point of No Return", foi adicionado à discografia, trazendo quatro faixas, dentre as quais duas são covers de "Arise" do Sepultura e uma junção entre "Postmortem" e "Raining Blood" do Slayer.
Logo ali, em 2013, mais um álbum fodaço emergiu dos estúdios: "Unnatural Selection", agora contando com Michael Leon como baixista. Novamente, mantém a fórmula de Thrash que já vinham praticando, mas com composições um tanto mais harmoniosas, variando um pouco da insistente porrada que já vinha sendo trabalhada nos discos anteriores. "Unnatural Selection" não apenas marca uma postura mais dinâmica (mas sem perder a essência e objetividade) por parte da banda; marca também o fim do contrato com a Candlelight Records. No meio do ano, assinaram com a Century Media Records, outra gigante da música.
O Havok é atualmente uma das melhores representantes do estilo. Quem conhece esses caras confirma a grande qualidade de sua música. Quem não conhece, confirmará! Afinal, estamos falando de uma banda de Thrash Metal oriunda dos Estados Unidos. Ninguém faz Thrash como o povo de lá. Puta banda que é difícil desagradar aos fãs do estilo!


 Thrash Can (Demo) (2004)

01 - Last Words
02 - Fate Controls
03 - Havok
04 - Identity Theft
05 - To Hell


 Pwn 'Em All (EP) (2007)

01 - Last Words
02 - Identity Theft
03 - Havok
04 - Fate Controls
05 - To Hell
06 - The Root of Evil (Demo Version)


 Burn (2009)

01 - Wreckquiem
02 - The Root of All Evil
03 - Path To Nowhere
04 - Morbid Symmetry
05 - Identity Theft
06 - The Disease
07 - Scabs of Trust
08 - Ivory Tower
09 - To Hell
10 - Category of The Dead
11 - Melting The Mountain
12 - Afterburner


 Time Is Up (2011)

01 - Prepare For Attack
02 - Fatal Intervention
03 - No Amnesty
04 - D.O.A.
05 - Covering Fire
06 - Killing Tendencies
07 - Scumbag Is Disguise
08 - The Cleric
09 - Out of My Way
10 - Time Is Up


 Point of No Return (EP) (2012)

01 - Point of No Return
02 - From Cradle To The Grave
03 - Arise (Sepultura Cover)
04 - Postmortem/Raining Blood (Slayer Cover)


 Unnatural Selection (2013)

01 - I Am The State
02 - Give Me Liberty... Or Give Me Death
03 - It Is True
04 - Under The Gun
05 - Waste of Life
06 - Living Nightmare
07 - Chasing The Edge
08 - Worse Than War
09 - Children of The Grave (Black Sabbath Cover)
10 - Unnatural Selection


domingo, 28 de setembro de 2014

Elf - Discografia

O Elf é uma daquelas bandas que é mais conhecida por ter um membro muito importante em sua formação, do que pelo seu som. Mas, ao contrário de outros exemplos, nesse caso, a fama é justa, afinal de contas, o Elf "revelou" simplesmente Ronnie James Dio.
A banda norte-americana teve seu início em 1967, sob o nome de The Electric Elves, mudando para The Elves em 1968 e, finalmente, Elf, em 1972, ano em que lançaria seu primeiro álbum, homônimo, que foi produzido pelos membros do Deep Purple, Roger Glover e Ian Paice. Além dos vocais, Dio também assumia as funções de baixista, acompanhado por David Feinstein (guitarra), Mickey Lee Soule (piano, órgão) e Gary Driscoll (bateria). O álbum apresentava aquela pegada do Rock Setentista, com uma mistura de Blues e Hard Rock, e fez com que o Elf chamasse bastante a atenção, principalmente por terem aberto vários shows do Deep Purple, que naquela época, estava em seu auge.
Após o lançamento do disco, Craig Gruber foi convidado a participar como baixista e, em 1973 Feinstein deixou a banda e foi substituído por Steve Edwards
Em 1974, vem o segundo álbum, Carolina County Ball, novamente produzido por Roger Glover e conseguiu um resultado melhor que seu antecessor, com faixas mais maduras e complexas e um ótimo conjunto guitarra-piano, além de Dio já chamar a atenção de vários músicos com sua técnica e extensão vocal. O primeiro a convidar Dio para outros projetos foi o próprio Roger Glover, que convidou o vocalista para seu álbum solo The Butterfly Ball And The Grasshopper's Feast.
O terceiro disco do Elf, Trying To Burn The Sun sai em 1975, e mostrava uma banda ainda mais madura, além de influências ainda maiores do Jazz.
Após o lançamento do álbum, Ritchie Blackmore convidou Dio para seu novo conjunto, Ritchie Blackmore's Rainbow, que depois passou a ser conhecido como Rainbow, criado ainda em 1975.
Dessa parceria, surgiriam grandes clássicos do Rock, como Man On The Silver Mountain, Gates Of Babylon, Stargazer, Long Live Rock N' Roll, entre outros.
Com isso, o Elf acabou não tendo continuidade, apesar de várias especulações terem ocorrido, principalmente nos anos 90.
Apesar do som do Elf ser desconhecido do grande público, o conjunto teve um papel importante, pois serviu para dar uma grande bagagem para seu vocalista, o homem que passou a ser conhecido como um dos maiores vocalistas da história.


 Elf - 1972

01 - Hoochie Coochie Lady
02 - First Avenue
03 - Never More
04 - I'm Coming Back For You
05 - Sit Down Honey (Everything Will Be Alright)
06 - Dixie Lee Junction
07 - Love Me Like A Woman
08 - Gambler, Gambler

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 Carolina County Ball - 1974

01 - Carolina County Ball
02 - L.A. 59
03 - Ain't It All Amusing
04 - Happy
05 - Annie New Orleans
06 - Rocking Chair Rock 'N' Roll Blues
07 - Rainbow
08 - Do The Same Thing
09 - Blanche

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 Trying To Burn The Sun - 1975

01 - Black Swampy Water
02 - Prentice Wood
03 - When She Smiles
04 - Good Time Music
05 - Liberty Road
06 - Shotgun Boogie
07 - Wonderworld
08 - Streetwalker


 The Elves (Pré Elf) - And Before Elf There Were Elves - 2011

01 - You Shook Me
02 - Stay With Me
03 - Four Day Creep
04 - Buckingham Blues
05 - Wakeup Sunshine
06 - Driftin'
07 - Smile For Me Lady
08 - You Felt The Same Way
09 - Simple Man
10 - Drown Me In The River
11 - Cold Romona
12 - Little Queenie

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sábado, 27 de setembro de 2014

Manilla Road - Discografia

Originário de Wichita, Kansas, Estados Unidos, o Manilla Road acabou levando tempo até ter o seu trabalho reconhecido. Apesar da qualidade indiscutível de seus álbuns, o conjunto se tornou mais popular na Europa do que em seu país de origem.
A banda foi fundada em 1977, por Mark Shelton (voz e guitarra), Scott Park (baixo) e Rick Fisher (bateria).
Já em 1980, criam o seu próprio selo, chamado Roadster e lançam seu primeiro álbum Invasion, um disco simples, que trazia uma fusão do Rock n' Roll da época com o Heavy Metal, que acabaria servindo de base para a sonoridade do conjunto. Os destaques ficam com Cat And Mouse, Far Side Of The Sun e The Empire.
A evolução da banda torna-se evidente com Metal de 1982, álbum que os levava cada vez mais para o Heavy Metal, como por exemplo nas faixas Cage Of Mirrors e Far Side Of The Sun.
Para os próximos trabalhos, o conjunto apresentou um novo baterista: Randy Foxe, que tinha uma linha de trabalho mais agressiva, do que o baterista original Rick Fisher.
O primeiro disco da nova formação foi Crystal Logic, de 1983 e marca o início da melhor fase da carreira do conjunto. Faixas como Necropolis e Flaming Metal System, tornaram-se verdadeiros hinos para os fãs. Além dessas, The Veils Of Negative Existence tinha um ritmo mais cadenciado, aproximando-se do Doom Metal.
Não bastasse a parte técnica estar bem melhor, as letras também começaram a ser melhor trabalhadas, com referências à mitologia nórdica, a lenda do Rei Artur, além de outras fontes literárias.
Heavy Metal clássico com influências épicas, guerreiros, batalhas e histórias medievais, com essa temática o Manilla Road passaria a ser conhecido e admirado.
Talvez o conjunto tenha sido prejudicado por ter lançado seus grandes álbuns numa época em que Metal estava em uma de suas melhores fases.
Open The Gates, de 1985, foi o ápice do conjunto, um disco que já chama a atenção pela sua belíssima arte na capa, desenhada por Eric Larnoy. Recheado de clássicos o disco mostra-se essencial para qualquer fã de Heavy Metal. Faixas como The Fires Of Mars e Heavy Metal To The World, deixam todos admirados e sem saber como um trabalho desses não figura entre os melhores em qualquer lista feita.
Após Open The Gates, o Manilla Road passou a ser reconhecido como os "Mestres do Metal Épico".
Dando sequencia à boa fase, veio The Deluge, que saiu 1986. A missão de superar o seu antecessor era quase impossível e se The Deluge não superou, cumpriu bem o seu papel, trazendo outra bela arte de capa e composições como: Dementia, Isle Of The Dead e Friction In Mass, que caíram no gosto dos fãs.
Após The Deluge, a banda tornou-se ainda mais agressiva e pesada, mostrando uma sonoridade que expunha um verdadeiro Speed/Thrash Metal.
A nova fase começa a ser exposta em Mystification, de 1987, disco que tem uma temática voltada para o terror, com várias influências ao escritor Edgar Allan Poe. O peso e a agressividade fica evidente em faixas como Up From The Crypt e Valley Of Unrest. Provavelmente o Thrash Metal que explodia nos Estados Unidos na época trouxe várias inspirações ao conjunto.'
Na sequência, vem o primeiro ao vivo Roadkill, que sai em 1988.
O Thrash e o Speed ficavam cada vez mais evidentes, sendo que Out Of The Abyss, de 1988 é um disco puramente Thrash. Petardos como Black Cauldron e Midnight Meat Train não deixaram dúvidas sobre as mudanças da banda.
O álbum seguinte manteve o peso, mas sem tanta rapidez, mesclando faixas curtas com outras mais longas e épicas. The Court Of Chaos de 1990, pode não ser o melhor disco do Manilla Road, mas traz algumas de suas melhores faixas, como Dig Me No Grave e The Book Of Skelos.
Mark Shelton elegou o disco como a primeira verdadeira obra-prima do Manilla Road.
Após o lançamento do álbum, o conjunto se separou e encerrou as atividades.
Em 1992, Mark Shelton ao lado de Andrew Coss (baixo, vocal e teclados) e de Aaron Brown (bateria), lançou seu primeiro álbum solo, chamado The Circus Maximus. Por insistência da gravadora, que buscava um número de vendas, o álbum acabou saindo como se fosse do Manilla Road.
O retorno do Manilla Road ocorreria apenas em 2001, contendo apenas com Mark Shelton como membro da formação original. Os demais membros eram Bryan Patrick (vocals), Scott Peters (bateria) e Mark Anderson (baixo). Atlantis Rising, disco que marcou o retorno da banda, narrava a história de Atlântida, o continente perdido. O fato de contar com dois vocalistas deu uma revitalizada no som da banda, novamente focado no Heavy Metal épico.
Em 2002, vem Spiral Castle, disco ainda melhor que Atlantis Rising e que trouxe as brilhantes Merchants Of Death e a faixa-título, uma composição longa e pesada. Ainda em 2002, o conjunto lança o álbum Mark Of The Beast, que havia sido gravado em 1981, mas que não chegou a sair na época em razão da banda ter ficado descontente com o resultado final.
Com Cory Christner na bateria e Harvey Patrick no baixo, em 2005 vem o álbum Gates Of Fire, outro bom disco, com destaque para as faixas When Giants Fall, The Fall Of Iliam e Betrayal.
Em 2008, o conjunto lança o disco Voyager, que mais uma vez investe nas faixas épicas, como Tomb Of The Serpent King/Butchers Of The Sea. Pela época em que foi lançado, esse é um álbum que, se tivesse sido mais bem trabalhado, provavelmente levaria o conjunto a outro patamar, afinal, a produção não é da melhores, sendo que fica evidente que a ideia era apresentar um som mais cru, algo característico para o Manilla Road.
No ano seguinte saiu After Midnight Live, gravado em 1979 nos estúdios da rádio KMUW.
Apostando em faixas mais simples e curtas, veio Playground Of The Dammed em 2011, que tem seus bons momentos como na faixa-título e em Into The Maelstrom, Grindhouse e Abattoir De La Mort. Mais uma vez a produção simplista, torna a audição um pouco difícil.
Em 2013, vem Mysterium, seu último álbum até o momento, que tem como destaques a faixa-título e também Only The Brave e Do What Thou Will. Para aqueles que veem seus trabalhos como muitos simples e crus, Mysterium é uma afirmação disso, ficando claro que essa é realmente a intenção da banda, mantendo suas raízes com o som que gostam de fazer.
Nas primeiras audições, o Manilla Road pode não chamar a atenção, mas com um pouco de paciência e observação, é possível saborear grandes trabalhos, em especial a sequência iniciada em Crystal Logic até The Deluge.


 Invasion - 1980

01 - The Dream Goes On
02 - Cat And Mouse
03 - Far Side Of The Sun
04 - Street Jammer
05 - Centurian War Games
06 - The Empire


 Metal - 1982

01 - Enter The Warrior
02 - Defender
03 - Queen Of The Black Coast
04 - Metal
05 - Out Of Control With Rock & Roll
06 - Cage Of Mirrors
07 - Far Side Of The Sun


 Crystal Logic - 1983

01 - Prologue
02 - Necropolis
03 - Flaming Metal System
04 - Crystal Logic
05 - Feeling Free Again
06 - The Riddle Master
07 - The Ram
08 - The Veils Of Negative Existence
09 - Dreams Of Eschaton - Epilogue

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 Open The Gates - 1985

01 - Metalstorm
02 - Open The Gates
03 - Astronomica
04 - Weavers Of The Web
05 - The Ninth Wave
06 - Heavy Metal To The World
07 - The Fires Of Mars
08 - Road Of Kings
09 - Hour Of Dragon
10 - Witches Brew
11 - Open The Gates (Live) (Bonus Track)
12 - Witches Brew (Live) (Bonus Track)

 The Deluge - 1986

01 - Dementia
02 - Shadows In The Black
03 - Divine Victim
04 - Hammer Of The Witches
05 - Morbid Tabernacle
06 - Isle Of The Dead
07 - Taken By Storm
08 - The Deluge
09 - Friction In Mass
10 - Rest In Pieces
11 - Dementia (Live) (Bonus Track)


 Mystification - 1987

01 - Up From The Crypt
02 - Children Of The Night
03 - Haunted Palace
04 - Spirits Of The Dead
05 - Valley Of Unrest
06 - Mystification
07 - Masque Of The Red Death
08 - Death By The Hammer
09 - Dragon Star
10 - The Asylum (Bonus Track)


 Roadkill (Live) - 1988

01 - Dementia
02 - Open The Gates
03 - Mystification
04 - The Deluge
05 - Masque Of The Red Death
06 - Witches Brew
07 - Spirits Of The Dead
08 - Far Side Of The Sun
09 - Death By The Hammer
10 - Shadow In The Black
11 - Hammer Of The Witches
12 - Taken By Storm
13 - Friction In Mass
14 - Rest In Pieces
15 - Isle Of The Dead

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 Out Of The Abyss - 1988

01 - Whitechapel
02 - Rites Of Blood
03 - Out Of The Abyss
04 - Return Of The Old Ones
05 - Black Cauldron
06 - Midnight Meat Train
07 - War In Heaven
08 - Slaughterhouse
09 - Helicon

 The Courts Of Chaos - 1990

01 - Road To Chaos
02 - Dig Me No Grave
03 - D.O.A.
04 - Into The Courts Of Chaos
05 - From Beyond
06 - A Touch Of Madness
07 - (Vlad) The Impaler
08 - The Prophecy
09 - The Books  Of Skelos
10 - Far Side Of The Sun (Live) (Bonus Track)


 The Circus Maximus - 1992

01 - Throne Of Blood
02 - Lux Aeterna
03 - Spider
04 - Murder By Degrees
05 - No Sign From Above
06 - In Gein We Trust
07 - Flesh And Fury
08 - No Touch
09 - Hack It Off
10 - Forbidden Zone
11 - She's Fading


 Atlantis Rising - 2001

01 - Megalodon
02 - Book I. The Rise (Of Atland) Lemuria
03 - Book I. The Rise (Of Atland) Atlantis Rising
04 - Book II. The Fall (Of Atland) Sea Witch
05 - Book II. The Fall (Of Atland) Resurrection
06 - Book II. The Fall (Of Atland) Decimation
07 - Book III. Bifrost (The Rainbow Bridge) Flight Of The Ravens
08 - Book III. Bifrost (The Rainbow Bridge) March Of The Gods
09 - Book IV. The Battle (Of Midgard) Siege Of Atland
10 - Book IV. The Battle (Of Midgard) War Of The Gods


 Spiral Castle - 2002

01 - Gateway To The Sphere
02 - Spiral Castle
03 - Shadow
04 - Seven Trumpets
05 - Merchants Of Death
06 - Born Upon The Soul
07 - Sands Of Time

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 Mark Of The Beast (1981) - 2002

01 - Mark Of The Beast
02 - Court Of Avalon
03 - Avatar
04 - Dream Sequence
05 - Time Trap
06 - Black Lotus
07 - Teacher
08 - Aftershock
09 - Venusian Sea
10 - Triumvirate

 Gates Of Fire - 2005

01 - The Frost Giant's Daugher - Riddle Of Steel
02 - The Frost Giant's Daugher - Behind The Veil
03 - The Frost Giant's Daugher - When Giants Fall
04 - Out Of The Ashes - The Fall Of Iliam
05 - Out Of The Ashes - Imperious Rise
06 - Out Of The Ashes - Rome
07 - Gates Of Fire - Stand Of The Spartans
08 - Gates Of Fire - Betrayal
09 - Gates Of Fire - Epitaph To The King
 Voyager - 2008

01 - Tomb Of The Serpent King-Butchers Of The Sea
02 - Frost And Fire
03 - Tree Of Life
04 - Blood Eagle
05 - Voyager
06 - Eye Of The Storm
07 - Return Of The Serpent King
08 - Conquest
09 - Totentanz (The Dance Of Death)


 After Midnight Live, 1979 - 2009

01 - Chromaphobia
02 - Life's So Hard
03 - Pentacle Of Truth
04 - Dream Of Peace
05 - Herman Hill


 Playground Of The Damned - 2011

01 - Jackhammer
02 - Into The Maelstrom
03 - Playground Of The Damned
04 - Grindhouse
05 - Abattoir De La Mort
06 - Fire Of Ashurbanipal
07 - Brethren Of The Hammer
08 - Art Of War

 Mysterium - 2013

01 - The Grey God Passes
02 - Stand Your Ground
03 - The Battle Of Bonchester Bridge
04 - Hermitage
05 - Do What Thou Will
06 - Only The Brave
07 - Hallowed Be Thy Grave
08 - The Fountain
09 - The Calling
10 - Mysterium

 The Blessed Curse - 2015

01 - The Blessed Curse
02 - Truth In The Ash
03 - Tomes Of Clay
04 - The Dead Still Speak
05 - Falling
06 - Kings Of Invention
07 - Reign Of Dreams
08 - Luxiferia's Light
09 - Sword Of Hate
10 - The Muses Kiss

Bonus CD - After The Muse

01 - After The Muse
02 - Life Goes On
03 - All Hallows Eve 1981 Rehearsal
04 - In Search Of The Lost Chord
05 - Reach
06 - All Hallows Eve 2014

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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Kalevala [Калевала] - Discografia

No contexto da música pesada, quando falamos de bandas oriundas da Rússia, é muito provável que lhe venha à cabeça alguma banda de Folk Metal, correto? Claro! A Rússia é um pólo forte no gênero, tanto pela grande quantidade de bandas do ramo, quanto pela singularidade de cada uma delas. Ninguém faz Folk como os russos. Ter uma rica cultura pagã, eslava, certamente ajuda na inspiração.
Diversas bandas se inspiram em suas próprias raízes para fazer um som, mas não seria pegar pesado demais encarar isso como algo obrigatório? No Brasil, existem críticas contra bandas que tomam folclores de outros países como referência. Particularmente, não vejo problema algum. Não é só porque somos brasileiros que não podemos gostar e nos inspirar em vikings, celtas, índios norte-americanos, samurais, maias, ou até mesmo extra-terrestres, logo, criar músicas sobre eles. O que impede? Cada um com seus interesses e sua boa música.
É pelo Калевала, ou transliterando, Kalevala, falar se inspirar em cultura estrangeira que o tema foi mencionado no parágrafo anterior. Normalmente é imaginável bandas russas de Folk Metal ou pegando sua própria cultura como foco, ou criando suas próprias histórias épicas. Mas esse não é o caso do Kalevala. O próprio nome do conjunto deixa isso evidente. "Kalevala" é a epopeia clássica finlandesa, compilando antigas canções populares tradicionais do país que foram passadas adiante de pai para filho ao longo dos tempos. Portanto, esses russos situam suas inspirações no folclore finlandês, e em bandas como Korpiklaani e Finntroll. No entanto, isso tem um agravante meio óbvio também, pois a vocalista e fundadora Kenia Markevich é filha de pais finlandeses.
Foi na capital Moscou que o sopro da vida foi dado na banda, no ano de 2007, pela vocalista Ksenia Markevich, que após um show em Penza com sua banda anterior, Nevid, decidiu deixar o conjunto e convidou o guitarrista Nikita Andriyanov a sair também e começarem uma nova banda. Ainda no mesmo ano, a primeira demo "Demo 07" foi lançada, contando também com Shmel' no baixo, Vasiliy Konyuhov na bateria e Alexander Oleynikov no teclado e acordeão. O acordeão é o instrumento predominante na sonoridade. É tão latente que o que esses caras fazem pode ser comicamente chamado de "Forró Brabo" com vocal feminino! A demo foi disponibilizada gratuitamente na internet e colheu boas críticas.
Em 2008, após assinar com a Sound Age Productions, selo muito voltado para bandas de Folk, o grupo lançou o debut "Кудель белоснежного льна", que tem uma musicalidade bastante animada, intensa, com muito acordeão e muita flauta! O fato de ser uma mulher na linha de frente cantando limpo pode causar certa estranheza a princípio, até pelo timbre dela, mas com no decorrer dos discos, pode ser que acostume. Outros que realmente gostam da proposta se amarrarão na certa, sobretudo os que curtem de verdade o "Folk brabo".
Um ano mais tarde foi a vez de "Кукушкины дети" ser lançado, agora tendo Andrew Ischenko como baterista e lançado através da Metalism Records. A sonoridade seguiu sem muitas alterações, soando bastante similar ao primeiro trabalho.
A coisa viria a mudar um pouco no terceiro álbum, "Ведьма", que saiu em 2010 com outra nova cara na bateria: o Kirill Perov. Aqui a sonoridade parece um pouco mais organizada e coesa, embora preserve a essência do que já vinham realizando. Ainda assim, a partir desse disco pode ser provável que os que prefiram um Folk um pouco menos "brabo" se sintam um pouco mais confortáveis.
Já em 2011, o Kalevala voltou a apresentar mudanças na formação, mas essas foram mais substanciosas. Com a saída do baixista Shmel', ingressou Ivan Andrianov, que além do contra-baixo também trouxe a balalaica, um instrumento parecido com o violão, mas com som mais ou menos próximo ao do bandolim. Pra variar, as baquetas também sofreram mudanças de dono. Agora Denis Zolotov era o cara. Alexander Oleynikov, que cuidava dos teclados e acordeão, também se desligou do conjunto.
Voltando à Sound Age Productions, os russos lançaram seu primeiro registro ao vivo em 2012. "Осень в стиле фолк" é um excelente trabalho acústico inspirado nas musicalidade Sami finlandesa. Ele foi gravado ainda quando Alexander Oleynikov ainda não tinha saído.
Por fim, chega em 2013 o quarto álbum de estúdio, nomeado "Луна и грош". Aqui um Folk mais completo e abrangente é praticado, assim como mais ordenado também, a exemplo do anterior. Não apenas os acordeões de Alexander Oleynikov (que participa como membro de sessão) e algumas flautas são introduzidas, mas também gaitas, "hurdy gurdy", cello, harpa, e, claro, a balalaica de Ivan Andrianov que caiu super bem! Pra quem gosta de um Folk mais completo, esse disco é uma boa pedida.
Agora em 2014, o conjunto lançou dois trabalhos: o interessantíssimo EP de quatro faixas "Доху я купила", e a compilação "Говори со мной", uma coletânea lançada de forma independente contendo suas melhores canções em versão karaokê.
Se você gosta de um Folk bem digno, até mesmo "exagerado", gritante, muito provavelmente vai gostar pra caramba desse grupo. Acima de tudo, é a qualidade russa da vertente falando alto aqui.


 Demo 07 (Demo) (2007)

01 - Гой, олень!
02 - Пастушок


 Кудель Белоснежного Льна (2008)

01 - Гой, Олень!
02 - Камышовая Тропа
03 - Ярило
04 - Кудель Белоснежного Льна
05 - Пастушок
06 - Милый
07 - Снега Белые Крыла
08 - Речка К Реченьке
09 - Там, Где Солнце Отправляется в Путь…
10 - Ти Ж Мене Пiдманула


 Кукушкины Дети (2009)

01 - Калевала
02 - Кукушкины Дети
03 - Горсти Талого Снега
04 - Плакали Вербы
05 - Купалская Ночь
06 - У Разбитого Корыта Одинокого Крыльца
07 - Медуницы Пряной Белый Костер
08 - Ветер В Спину
09 - Первый Последний Закат
10 - Про Жеребца (Яйца)
11 - Колокольчик (Bonus Track)


 Ведьма (2010)

01 - Ведьма
02 - Таусень-Рада
03 - Воротись Домой
04 - Больше Нечего Терять!
05 - Сварожья Ночь
06 - Танец Дикого Ветра
07 - Вода-Река
08 - Так Пела Осень
09 - Ладушка
10 - Улетай на Крыльях Ветра
11 - Долгой Дорогой


 Осень в Стиле Фолк (Live) (2012)

01 - Приветствие
02 - Камышовая Тропа
03 - Ярило
04 - Плакали Вербы
05 - Кукушкины Дети
06 - Гой, Олень!
07 - Милый
08 - Ладушка
09 - Пастушок
10 - Ведьма
11 - Сварожья Ночь
12 - Калевала
13 - Снега Белые Крыла
14 - Воротись Домой
15 - Горсти Талого Снега
16 - Там, где солнце отправляется в путь
17 - Ой, при лужке
18 - Кудель белоснежного льна


 Луна и Грош (2013)

01 - Корочун
02 - Луна и Грош
03 - Лучшую Спою Вам Песню!
04 - Масленица
05 - Нагрянули
06 - Где Твоя Ночевала Печаль
07 - Одевал в Льняное Платье...
08 - Говори со Мной
09 - Снежный Дом
10 - Батька Атаман
11 - Сон-Река
12 - Ой, при Лужке


 Доху Я Купила (EP) (2014)

01 - Ты Прости Меня Родная
02 - Не для меня
03 - Доху Я Купила
04 - Вьюн Над Водой


 Говори со Мной (Karaoke Compilation) (2014)

01 - Ярило (вокальный минус)
02 - Доху я Купила  (вокальный минус)
03 - Горсти Талого Снега (вокальный минус)
04 - Улетай на Крыльях Ветра (вокальный минус)
05 - Ой, При Лужке (вокальный минус)
06 - Колокольчик (вокальный минус)
07 - Кудель Белоснежного Льна (вокальный минус)
08 - Там, где Солнце Отправляется в Путь (вокальный минус)
09 - Милый (вокальный минус)
10 - Пастушок (вокальный минус)
11 - Ты Прости Меня Родная (вокальный минус)
12 - Не для Меня (вокальный минус)
13 - Вьюн над Водой (вокальный минус)
14 - Ведьма (акустика , вокальный минус)
15 - Кукушкины дети (вокальный минус)
16 - Ладушка (вокальный минус)
17 - Сварожья Ночь (акустика, вокальный минус)


domingo, 21 de setembro de 2014

Ostura - Discografia

Ostura... banda que já chama a atenção logo de cara em razão de sua origem, o Líbano. A arte da capa do seu debut, também merece elogios, assim como o fato de utilizarem três vocalistas, dois homens e uma mulher.
Mas nada disso seria suficiente, não fosse a sonoridade espetacular obtida por esse conjunto, que teve seu início em 2009, sendo que seu nome significa Lenda em árabe. Seu line-up é composto por: Elia Monsef (vocal), Tony Ghanem (vocal), Youmna Jreissati (vocais femininos), Elie Hnein (guitarra), Jack Hayek (baixo), Danny Bou-Maroun (teclados) e Chris Naimeh (bateria).
Seu primeiro disco, Ashes Of The Reborn, saiu em 2012 e trouxe o que há de melhor no Progressive/Power Metal, sendo inevitáveis as comparações com Rhapsody Of Fire, Kamelot, Avantasia e Royal Hunt.
Além de contar com ótimos músicos e grandes compositores, os vocalistas chamam a atenção, em especial Elia Monsef, que tem um timbre muito parecido ao de Michael Kiske, principalmente nos agudos, o que é o grande elogio! Escute a bela Sword Of Erus e tire suas dúvidas! Esse era o cara certo pra dar sequência ao trabalho do Helloween, pois teria totais condições de executar as faixas da época clássica, sem qualquer dificuldade.
E o trabalho ainda tem a bela Tears Of Paradise, com um show de Youmna, On Hills Of Glory, que é a cara do Avantasia e Infernal Hymn, que vai mais pro lado do Kamelot. E a faixa-título encerra o álbum de forma magistral, ressaltando as qualidades de todos da banda. Aliás, todas as faixas tem seu toque especial.
Ashes Of The Reborn é um daqueles tesouros perdidos e que poucos tem o privilégio de encontrar!
A banda segue ativa e já trabalham no segundo disco, o primeiro que terá divulgação mundial, algo mais do que necessário, pois o conjunto merece ser reconhecido pelo grande público.
Recomendo demais o Ostura, pois é uma das melhores coisas que ouvi nos últimos tempos!


 Ashes Of The Reborn - 2012

01 - A Warrior's Tale
02 - Sword Of Erus
03 - King's Crowning
04 - On Hills Of Glory
05 - Tears Of Paradise
06 - The Gathering
07 - Infernal Hymn
08 - Ashes Of The Reborn




Overdream - Discografia

O Overdream foi fundado em 2002, na Hungria, pelos ex-membros da banda de Hard Rock Ivanvoe
No conjunto, a ideia era fazer um som mais experimental, trazendo influências da música clássica, o que tornou-se possível com a adição da vocalista Enikõ Tóth. Após batalharem pela oportunidade de lançarem o primeiro disco, o conjunto lança o ótimo Navigator, em 2006. Além de Enikõ, o restante do line-up era: Csaba Rácz (baixo), Attila Tanács (teclados), Dezsõ Takács (guitarra), Gábor Vízi (bateria), Györgyi Kiss (violino), Sarolta Garai (violino), Lilla Nagy (violino) e Andrea Derdák (violoncello e vocais adicionais).
Lançado em uma época em que o Symphonic Metal com vocais femininos estava em grande evidência, o disco tem claras influências de outros conjuntos, em especial do Nightwish. Até mesmo as linhas vocais acabam lembrando bastante o que Tarja Turunen fazia em sua antiga banda.
Mas a comparação não é algo negativo, pois Navigator traz ótimas composições e com um diferencial: um trabalho calcado nos instrumentos de cordas, o que dá uma atmosfera toda especial e faz com que a audição do disco seja muito prazerosa, com destaque para as três primeiras faixas.
Após o lançamento do álbum, os vocais foram assumidos por  Erika Papdi, que não permaneceu no conjunto muito tempo, sendo substituída por Éva Szilágyi.
Embora permaneça ativa, a banda não lançou nenhum trabalho após Navigator, sendo que é uma das que poderiam dar uma sobrevida ao estilo.


 Navigator - 2006

01 - Guarding Eye
02 - Navigator
03 - Orient Dream
04 - Distant Call
05 - New Existance
06 - First Step
07 - Levitation
08 - Free Dive
09 - Solace