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domingo, 3 de novembro de 2013

Amaranthe - Discografia Comentada

Em 2009, na Suécia, surgiu um projeto liderado pelo vocalista Jake E. Berg (Dreamland, Dream Evil) e pelo guitarrista/tecladista Olof Mörck (Dragonland, Nightrage). Para completar o conjunto, chamado Avalanche, vieram: Elize Ryd (vocais femininos), Andreas Solvestrom (vocais guturais), Morten Løwe Sørensen (bateria) e Johan Andreassen (baixo).
O projeto começou a chamar a atenção pois, além de ter diversos músicos já reconhecidos pelos seus trabalhos em outras bandas, trazia a novidade de contar com três vocalistas, o que ampliava o leque de possibilidades de sons a serem explorados pelo Avalanche.
Quando o conjunto se preparava para o lançamento de sua primeira demo, foram obrigados a mudar de nome, por questões legais, passando a serem conhecidos como Amaranthe.
Ainda em 2009 saiu a demo Leave Everything Behind. As primeiras composições da banda já davam uma boa mostra do que estava por vir: uma mescla de Power Metal, Melodic Death Metal e Metalcore, num som que, além de ser muito técnico, dada a qualidade de seus músicos, tornou-se acessível, beirando muitas vezes a música Pop.
É claro que muitos vão detestar a proposta do Amaranthe, mas aqueles que resolverem dar uma oportunidade para a banda, poderão se surpreender.
Em 2011, veio o debut, homônimo, e que, como já era esperado, dividiu opiniões. Para os que deixaram o preconceito de lado, é possível saborear um puta disco! Com um instrumental pesado, técnico e que não deixa de soar moderno. Além disso, o trabalho proporcionado pelos três vocalistas é único, sendo que não há um destaque individual.
Após o lançamento do disco, o Amaranthe saiu em turnê com o Kamelot, o que lhes possibilitou uma maior visibilidade.
A parceria com o Kamelot renderia novos frutos, pois em 2012, Elize Ryd foi convidada para fazer uma participação especial na faixa Sacrimony (Angel Of Afterlife), do álbum Silverthorn, o que possibilitou que muitos pudessem conhecer o talento da vocalista.
Em 2013, o Amaranthe lançou seu segundo disco, chamado The Nexus, seguindo a mesma sonoridade do primeiro álbum e que agradou tanto.
Em outubro de 2013, Andreas Solvestrom deixou o conjunto sendo substituído por Henrik Englund.
O Amaranthe é um conjunto surpreendente, pois consegue fugir da mesmice que toma conta do Metal, trazendo um som totalmente original e inovador, e que, ao contrário de outras bandas que tem um som mais acessível, conta com um time de músicos de enorme qualidade e experiência.
Se continuarem lançando álbuns significativos, sem dúvidas o Amaranthe tem tudo para fixar o seu nome como um dos maiores do Metal contemporâneo.

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 Leave Everything Behind (Demo) (2009)

01 - Hunger
02 - Leave Everything Behind
03 - Enter The Maze
04 - Act of Desperation
05 - Director's Cut

 Amaranthe (2011)

01 - Leave Everything Behind
02 - Hunger
03 - 1.000.000 Lightyears
04 - Automatic
05 - My Transition
06 - Amaranthine
07 - Rain
08 - Call Out My Name
09 - Enter The Maze
10 - Directors Cut
11 - Act of Desperation
12 - Serendipity
13 - Breaking Point (Japan Bonus Track)
14 - A Splinter In My Soul (Japan Bonus Track)

Ouvir (Spotify)

 The Nexus (2013)

01 - Afterlife
02 - Invincible
03 - The Nexus
04 - Theory of Everything
05 - Stardust
07 - Mecanical Illusion
08 - Razorblade
09 - Future On Hold
10 - Electroheart
11 - Transhuman
12 - Infinity
13 - Burn With Me (Acoustic)
14 - Hunger (Acoustic)

Ouvir (Spotify)

 Massive Addictive (2014)

01 - Dynamite
02 - Drop Dead Cynical
03 - Trinity
04 - Massive Addictive
05 - Digital World
06 - True
07 - Unreal
08 - Over and Done
09 - Danger Zone
10 - Skyline
11 - An Ordinary Abnormality
12 - Exhale
13 - Trinity (Acoustic Version) (Bonus Track)
14 - True (Acoustic Version) (Bonus Track)

Ouvir (Spotify)

 Breaking Point: B-Sides 2011-2015 (Compilation) (2015)

01 - Hunger (Acoustic Version)
02 - Afterlife (Acoustic Version)
03 - Amaranthine (Acoustic Version)
04 - Burn With Me (Acoustic Version)
05 - Trinity (Acoustic Version)
06 - True (Acoustic Version)
07 - Breaking Point
08 - Splinter In My Soul

Ouvir (Spotify)

6 comentários:

  1. ei vêi o ano na descrição da resenha está 2013, mas no flaying ou miniatura está 2011( O the nuxus)

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  2. Excelente Banda, principalmente pra quem esta enjoado da mesmice das mesmas bandas hoje em dia!!!

    Vale apena parar, e ouvir som dessa banda!!! \m/

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  3. Quando vc acha q já viu/ouviu tudo...curtí muito, valeu.

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  4. Conheci a pouco tempo e já curto d+, conheci pela banda Avalon que tem Elize Ryd nos vocais

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  5. "pois consegue fugir da mesmice que toma conta do Metal, trazendo um som totalmente original e inovador, e que, ao contrário de outras bandas... "

    Sei não hein.. ainda prefiro as outras bandas, dificilmente serão superadas
    Nada contra quem curte, é bem diversificado tem elementos de outras raízes e tem vários integrantes fodas, também é possível notar o talento da Elize Ryd em participações de outras bandas como na canção "Shine"
    Apesar de gostar de ouvir vocais femininos e solos menos mirabolantes eu não gosto de música eletrônica não :/
    Valeu pelos álbuns!

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  6. Vale lembrar dos títulos que são bem chamativos
    Director's Cut, Stardust, Electroheart, Hunger, Trinity..

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